A lebre, muito gabola, vivia contando para todos que era o animal mais veloz do mundo. Por isso gostava da apostar corridas.
Dona Lebre já tinha nas corridas um casaco de peles da onça malhada e um pote de mel do amigo urso.
- Olhem só! Outro dia fiz uma corrida com o Sol e ganhei fácil. Ele até se escondeu, todo envergonhado, atrás de uma nuvem - disse a lebre.
- Corto minhas orelhas se alguém ganhar de mim. Desafio todos os animais da floresta - disse novamente a lebre.
A tartaruga, muito calma, aceitou o desafio:
- Aceito e darei a você a minha casa se eu perder.
O corredores dariam a volta ao redor da Floresta Encantada, voltando ao ponto de partida.
Partiram. A lebre correu como o vento e a tartaruga saiu lentamente.
Depois de algum tempo a lebre olhou para trás e, vendo que a tartaruga estava muito longe, resolveu tirar uma soneca.
Roncou . . . roncou . . . roncou . . .
A tartaruga muito lentamente passou . . . e ganhou a corrida.
Dizem que até hoje Dona Lebre corre muito porque tem medo de que a tartaruga corte suas orelhas.
Fonte: http://www.contandohistoria.com
ILUSTRATEXTO
Esse blog tem como objetivo oferecer ilustrações que te ajudar em suas palestras.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A Lebre e a Tartaruga
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Afinando o Seu Machado
“Tempo Para ‘Afiar Seu Machado’”
Por Robert J. Tamasy
Em seu livro “The 7 Habits of Highly Effective People” (Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficientes), Stephen Covey denomina o sétimo hábito de “Afiar o machado”. Essencialmente, isto significa fazer uma pausa nos esforços produtivos para dar a si mesmo a oportunidade de experimentar uma renovação pessoal em uma ou mais das quatro dimensões básicas da vida: física, mental, sócio-emocional e espiritual. Para exemplificar este princípio, Covey fala sobre um homem que passeia numa floresta, quando ouve o barulho de um machado. Ao investigar o som, o amante da natureza vê um homem suando profusamente enquanto tenta derrubar uma grande árvore. “O que você está fazendo?”, ele pergunta. “Estou cortando esta árvore, não está vendo?”, é a resposta. “O que quero dizer é que parece que você tem trabalhado duro. Há quanto tempo está fazendo isso?” “Há duas horas”. “Por que você não para um pouco e afia o machado? Isso tornará tudo mais rápido e fácil.” “Não tenho tempo para isso. Tenho que cortar esta árvore!” A Bíblia, no Antigo Testamento, usa esta mesma analogia para mostrar como podemos nos tornar mais efetivos: “Já que um machado cego vai exigir mais força, afie sua lâmina.” (Eclesiastes 10:10 – Tradução livre).
Existem muitas maneiras de “afiar a lâmina”: obter treinamento adicional; voltar à escola e adquirir mais conhecimento sobre a profissão; ler livros úteis. Um comentário afirma: “Tentar fazer alguma coisa sem ter a habilidade ou as ferramentas necessárias, é como golpear a madeira com um machado sem corte. Se lhe faltam ferramentas ou habilidade para realizar o trabalho, afie-as através de treinamento e prática.”
Um método para “afiar” é particularmente benéfico, mas nós relutamos em implementá-lo: o descanso. “Não tenho tempo”, dizemos para nós mesmos – e para os outros, quando nos perguntam. “Tenho tanta coisa para fazer! Descansarei depois que terminar.”
Contudo, como já foi dito, “quanto mais me apresso, mais me atraso!” Ás vezes, trabalhar mais duro e mais rápido, quando estamos esgotados física, mental, emocional ou espiritualmente, na verdade, só diminui o resultado de nossos esforços. Descansar – por um curto período, tirar uma soneca, um dia de folga, ou mesmo férias – restaura a energia, renova o espírito e reaviva o otimismo.
Algumas pessoas acreditam que o Deus da Bíblia exige contínua atividade. As Escrituras, porém, ensinam muito sobre a importância do descanso. Falando da criação ela afirma: “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou.” (Gênesis 2:2).
“Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou...” (Êxodo 20:11).
Um dos dez mandamentos é: “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo.” (Êxodo 20:8). Isso, porém, não foi estabelecido como uma restrição, porque mais tarde Jesus declarou: “...O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” (Marcos 2:27). Para Deus, o descanso não é apenas algo bom, mas também é necessário para uma vida frutífera e produtiva. Nos relatos dos tempos de Jesus sobre a terra, nós O vemos – apesar das urgentes demandas- afastar-Se da multidão para “afiar o machado”. I Pedro 2:21 nos diz: “...Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo para que sigam os Seus passos.” É razoável concluirmos que assegurarmo-nos de obter descanso suficiente é uma maneira de “seguir os Seus passos”. Seu machado está afiado?
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Até Que a Morte nos Separe
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente.
Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível.
As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!"
Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava.
Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração.....
Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..
UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA
sábado, 7 de agosto de 2010
Eu Sabia
Na guerra...
- Meu amigo ainda não regressou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo, pediu um soldado ao seu superior.
- Permissão negada, soldado, respondeu o oficial, não quero que você arrisque a sua vida por um homem que provavelmente já está morto.
O soldado, desconsiderando a proibição, saiu e, uma hora mais tarde, voltou transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial ficou furioso:
- Eu te disse que ele já estava morto! Agora, por causa da sua indisciplina, eu perdi dois homens, pois você ficará preso e enfrentará a corte marcial. Valeu a pena, soldado, só pra resgatar um cadáver?
E o soldado respondeu:
- Senhor, quando encontrei o meu amigo ele ainda estava vivo e pode me dizer: "Eu sabia que você viria!"
- Meu amigo ainda não regressou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo, pediu um soldado ao seu superior.
- Permissão negada, soldado, respondeu o oficial, não quero que você arrisque a sua vida por um homem que provavelmente já está morto.
O soldado, desconsiderando a proibição, saiu e, uma hora mais tarde, voltou transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial ficou furioso:
- Eu te disse que ele já estava morto! Agora, por causa da sua indisciplina, eu perdi dois homens, pois você ficará preso e enfrentará a corte marcial. Valeu a pena, soldado, só pra resgatar um cadáver?
E o soldado respondeu:
- Senhor, quando encontrei o meu amigo ele ainda estava vivo e pode me dizer: "Eu sabia que você viria!"
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Doação de Sangue
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.
Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível.
Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível.
Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sangüíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de socorrê-la.
Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntou a ele se estava doendo. Ele disse que não.
Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.
O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
- Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?
- Porque ela é minha amiga.
Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntou a ele se estava doendo. Ele disse que não.
Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.
O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
- Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?
- Porque ela é minha amiga.
Uma Nota de Alegria
Certa vez perguntaram ao compositor alemão Franz Joseph Haydn qual a razão de suas composições sacras serem tão alegres.
Ele respondeu:
- Não posso fazê-las de outro modo. Quando penso em Deus e em Sua graça manifestada em Jesus Cristo, meu coração fica tão cheio de alegria que as notas parecem saltar e dançar da pena com que escrevo. Já que Deus me tem dado um coração alegre, deve ser-me permitido servi-lo com alegria.
As Duas Caixas
Deus deu-me duas caixas e disse:
- Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul.
Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?
- Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul.
Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?
Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei:- Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?
- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.
- Para mim? Mas elas não estão comigo.
- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.
- Para mim? Mas elas não estão comigo.
- É que eu as devolvi transformadas.
- Transformadas? Como assim, meu Senhor?
- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.
Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.
- Transformadas? Como assim, meu Senhor?
- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.
Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.
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A Camisa da Alegria
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: - Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.
Vasos Quebrados
Era uma vez um depósito de vasos quebrados.
Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros.
Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito.
Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou.
Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho.
E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados.
Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados.
Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó.
E deixou de ser vaso!
Quando Pegamos o Caminho Errado
Em 1982, a muçulmana Jaeyaena Beuraheng, que morava na Malásia, resolveu fazer uma viagem a Narathiwat, uma província de maioria muçulmana no sul da Tailândia. Mas ela não percebeu que comprou a passagem errada, e acabou tomando um ônibus que a deixou 1.200 quilômetros ao norte de Bangcoc. Ela tentou solucionar o problema juntando tudo o que lhe restava de dinheiro para comprar a passagem de volta – mas acabou se complicando ainda mais. Jaeyaena pegou, novamente, o ônibus errado e ficou 700 quilômetros mais longe. Sozinha, sem dinheiro e sem falar o idioma local, ela foi viver como mendiga. Cinco anos depois, foi capturada pela polícia e levada a um centro de desabrigados, onde ficou por 20 anos – sem nunca emitir uma palavra. O sofrimento dela só terminou em 2007, quando um grupo de jovens muçulmanos foi fazer uma visita ao abrigo e Jaeyaena encontrou alguém que entendia seu idioma.
Indiano Liga Para Família Momentos Antes de Ser Cremado
A família de Deepak Bhattacharya recebeu uma ligação assombrosa durante o funeral do indiano: o próprio Deepak telefonou para a filha indignado por saber que seria cremado em poucas horas. Ele estava próximo a sua casa, na província de Raipur, e descobriu que havia “morrido” ao ler o obituário do jornal local. O culpado por toda essa confusão foi o cunhado de Deepak. Dias antes, a polícia havia pedido aos parentes do indiano que fizessem o reconhecimento de um corpo encontrado havia pouco tempo. O cunhado, encarregado da missão, confundiu o morto com Deepak e levou o corpo para casa. Para o consolo do cunhado, a polícia confirmou que Deepak e o homem morto eram realmente muito parecidos.
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Motorista Atropela 36 Crianças Mas Não o Gato
Tóquio, 27 out (EFE).- Um motorista atropelou hoje 36 crianças e um adulto ao desviar de um gato na cidade japonesa de Shizuoka.
Cinco das crianças ficaram gravemente feridas quando o carro invadiu a calçada onde alunos de uma creche faziam fila para ir a um museu, informou a Polícia local, citada pela agência Kyodo.
As crianças atropeladas têm entre quatro e cinco anos, e o adulto que também foi atropelado quando as acompanhava é um jovem de 23 anos.
A Polícia de Shizuoka, ao sudoeste de Tóquio, deteve o motorista do carro, de 59 anos, por negligência.
"Um gato apareceu na minha frente e tentei desviar dele. Foi então que dei uma virada à esquerda no volante e bati", disse o motorista, segundo a Polícia.
Leis Rígidas e Pessoas Indisciplinadas
Leis muito rígidas e fiscalização intensa tornaram a Inglaterra um dos países com o menor número de acidentes de trânsito do mundo. E as autoridades do país não estão dispostas a permitir que as ruas inglesas fiquem menos seguras – nem mesmo durante uma brincadeira. O britânico Paul Hutton, de 40 anos, foi preso e teve a habilitação suspensa durante três anos por dirigir embriagado um carrinho de boneca. Ele estava a impressionantes seis quilômetros por hora quando foi parado por policiais a bordo do carro elétrico da Barbie. Paul admitiu que estava alcoolizado e recebeu a punição.
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Libertação
Sem saber o que fazer com dois fantasmas engarrafados entregues a ela por um exorcista, a neozelandesa Avie Woodbury resolveu leiloar as assombrações pela internet. Por incrível que pareça, quase 220.000 pessoas se interessaram pelo produto, que foi vendido a uma fabricante de cigarros por 2.500 dólares. Com o dinheiro, Avie aproveitou para pagar a conta do exorcista que, segundo ela, livrou sua casa dos fantasmas que assombravam sua família
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Quase Um Filho Pródigo
Aos 19 anos, o britânico Michael Carroll ganhou 9,7 milhões de libras (quase 26 milhões de reais) na loteria. Como era de se esperar de um jovem com várias condenações por bebedeira e desordem pública, ele torrou todo o dinheiro com drogas, festas, viagens e prostitutas. Oito anos depois, falido e com duas filhas pequenas para criar, ele decidiu voltar ao emprego que tinha nos tempos adolescência: lixeiro. Mas nem isso ele conseguiu. A empresa de limpeza urbana da cidade em que ele mora não o aceitou de volta – Carroll não foi exatamente um funcionário exemplar: em nove anos, cometeu mais de 42 infrações.
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O Preço da Vaidade
O britânico Matthew Maynard resolveu colocar a vaidade acima de tudo – até mesmo de sua liberdade. Procurado pela polícia britânica por roubo, ele ficou irritado ao ver sua foto publicada em um jornal local. Isso porque a imagem estava muito desatualizada. Ele, então, enviou ao jornal South Wales Evening Post uma foto em que aparece em frente a uma van da polícia. As autoridades agradeceram a “mãozinha” do rapaz, de 23 anos. “Ele acha que está sendo inteligente, mostrando como está. Agora, todo mundo vai saber quem ele é. Nós vamos pegá-lo em breve”, afirmou um policial.
Canadense Poem Bebê no Freezer
A namorada do canadense Derrick Hardy deixou o rapaz
tomando conta de sua filha de 10 meses e, quando voltou
para casa, encontrou o bebê no freezer, espremido em meio
a pacotes de gelo e hambúrguer. Tamanha crueldade foi, na
verdade, uma tentativa do rapaz para baixar a febre alta da
menina. Segundo Derrick, ele já havia tentado por uma
toalha molhada na testa do bebê e levá-lo para dar uma
volta ao ar fresco. Levado à delegacia, Derrick admitiu
à polícia o óbvio: não leva o menor jeito para cuidar de
crianças. Já a mãe da menina, por não ter percebido isso,
perdeu a guarda da criança, que ficou com a avó materna.
para casa, encontrou o bebê no freezer, espremido em meio
a pacotes de gelo e hambúrguer. Tamanha crueldade foi, na
verdade, uma tentativa do rapaz para baixar a febre alta da
menina. Segundo Derrick, ele já havia tentado por uma
toalha molhada na testa do bebê e levá-lo para dar uma
volta ao ar fresco. Levado à delegacia, Derrick admitiu
à polícia o óbvio: não leva o menor jeito para cuidar de
crianças. Já a mãe da menina, por não ter percebido isso,
perdeu a guarda da criança, que ficou com a avó materna.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
As Três Peneiras
Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! - disse Olavo, assustado.
- Então, continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:
- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:
VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! - disse Olavo, assustado.
- Então, continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:
- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:
VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE
Autor: Desconhecido
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Olhe Fixamente
Meu instrutor de autoescola vivia repetindo estas três palavras: Siga em frente. Este era o seu jeito de me dizer para concentrar no horizonte, não apenas nas imediações. Os motoristas que olham com frequência à direita ou à esquerda podem muito bem cair numa vala.
Satanás é muito eficaz para criar distrações de beira de estrada que nos levam à tentação de olhar para ele ao invés de olharmos para Jesus. Se ele obtiver nossa atenção, poderá conseguir nos desviar do caminho e atrasar o nosso progresso espiritual. Ele tentou fazer isto até mesmo com o próprio Jesus!
Após o batismo de Jesus, Satanás tentou detê-lo sugerindo um jeito melhor de cumprir Sua obra. Satanás disse-lhe, que Ele poderia provar que era o Filho de Deus atirando-se do templo (Lucas 4:9-11). Porém Jesus sabia que a prova de que Ele era o Filho de Deus viria através da Sua submissão à cruz, e não ao lançar-se do alto de um edifício. Ele respondeu: “Não tentarás o Senhor, teu Deus” (Lucas 4:12). Jesus olhava fixamente para nossa redenção e Ele sabia que não a conquistaria se fizesse um desvio ao redor da cruz.
Ao olharmos fixamente para Jesus, nos manteremos distantes das valas espirituais e nos recusaremos, até mesmo, a olhar de relance para as distrações de Satanás (Hebreus 12:2).
Lições de Obediência
Quando um garoto voltou para casa após a Escola Dominical, sua mãe perguntou-lhe o que aprendera naquela manhã. Sua resposta foi contundente: “Obediência… outra vez!”
Apesar de ser muito mais velha que esse garoto, concordo que a obediência seja uma lição que às vezes, com relutância, precisamos reaprender muitas e muitas vezes.
Oswald Chambers escreveu: “O Senhor não me dita regras, porém Ele deixa Seu padrão bem claro. Se o meu relacionamento com Ele é de amor, farei o que Ele diz… Se hesitar, é porque amo alguém que coloquei à Sua frente, ou seja, eu mesmo.”
Quando somos obedientes, demonstramos nosso amor por Deus e temos mais fé nele do que em nós mesmos. Arthur W. Pink declarou que o amor é “um princípio de ação e se expressa em atitudes que agradam o objeto de nosso amor”. Obedecer a Deus significa renunciar nosso querer e escolher fazer o que Ele nos pede.
Deus exige obediência dos Seus seguidores e Jesus deu importância a isso. Ele perguntou: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46). E lançou este desafio:
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15).
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Atitude
A T I T U D E !!
Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- Yeeesss... (exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.
Obs: eu ainda não aprendi esse tipo de atitude, mas tenho...
ATITUDE É TUDO!
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Preparados Para Encontrar-se Com Deus

Recém-casados em lua de mel estão entre as vítimas do Airbus que caiu nesta quarta-feira (28) no Paquistão, matando 152 pessoas, disseram parentes das vítimas na cidade de Karachi, de onde o avião partiu.
Eles preparavam-se para viajar o mais rápido possível a Islamabad, a capital, para identificar os corpos.
Mushtaq Paracha disse que sua filha, recém-casada e em viagem para a lua de mel, estava a bordo.
"Minha filha e meu genro estavam a bordo. Eles casaram-se há três, quatro dias", disse, acrescentando que eles estavam viajando para passar a lua de mel nas montanhas.
Rauf Ahmed disse que sua sobrinha e seu marido também estavam no Airbus. Eles tinham casado dois dias antes.
"É como se fosse o fim do mundo para nós",
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terça-feira, 20 de julho de 2010
VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA....
Éramos a única família no restaurante com uma criança.Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes..Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatosSua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. Suas mãos começaram a se mexer para saudar.'
Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.Minha esposa e eu nos olhamos:'Que faremos?'.Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'. Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.Obviamente, ele estava bêbado.Minha esposa e eu estávamos envergonhados.Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento. O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com
Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.O homem fechou OS olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:'Cuide deste menino'.De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.Peguei meu filho e o velho homem me disse:'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através DA inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de Roupa
suja.Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.Eu senti que Deus estava me perguntando:'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).
Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.Minha esposa e eu nos olhamos:'Que faremos?'.Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'. Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.Obviamente, ele estava bêbado.Minha esposa e eu estávamos envergonhados.Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento. O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com
Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.O homem fechou OS olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:'Cuide deste menino'.De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.Peguei meu filho e o velho homem me disse:'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através DA inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de Roupa
suja.Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.Eu senti que Deus estava me perguntando:'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).
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