terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BANCOS PERMANENTES

A vida é uma escola.

No entanto, parece que temos dificuldade em usar a memória a nosso favor. Parece que preferimos usá-la para guardar experiências amargas.
Tomamos os caminhos já trilhados e os repetimos, mesmo que a memória nos diga que não são bons. Temos uma imensa capacidade de persistir no erro, como se o erro tivesse o poder de nos seduzir e controlar.
Convivemos com pessoas das quais esperamos uma atitude ou uma palavra plena de virtude ou de sabedoria, o quem nem sempre acontece, apesar do tempo de vida que acumulam. E ainda nos surpreendemos que em algumas pessoas a raiva impere, mesmo que suas histórias mostrem os registros de arrependimento, que se repetem.
A memória é para nos dar esperança, para que os bons momentos sejam mais fortes que os ruins, para que o convívio com os outros seja cultivado (e não recusado), para que o equilíbrio seja o ideal que se busque.
Viver se aprende.
Desde que façamos da vida uma escola em cujos bancos nos assentamos.

Desejo-lhe um
BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

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